As pessoas que costumam abordar esses assuntos em conversas demonstram baixa inteligência emocional
Publicado em 4 de dezembro de 2025 às 10:10
Deixar o ego falar mais alto não é um bom sinal
As pessoas que costumam abordar esses assuntos em conversas demonstram baixa inteligência emocional A inteligência emocional, ou a falta dela, costuma aparecer em atitudes corriqueiras, mas poucas situações revelam tanto sobre esse traço quanto uma simples conversa. Os temas que alguém escolhe abordar espontaneamente, assim como a forma como conduz o diálogo, podem indicar com clareza se essa pessoa possui ou não a habilidade de reconhecer e gerenciar emoções. Foi justamente essa observação que levou o especialista em mindfulness Lachlan Brown a publicar um artigo no site Hack Spirit apontando tópicos de conversa que, segundo ele, funcionam como sinais claros de baixa inteligência emocional. Um dos principais “alertas”, explica Brown, aparece quando alguém concentra diálogos inteiros em torno de dinheiro ou bens materiais — citando casas, carros, relógios ou joias como forma de reafirmar status.
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A inteligência emocional, ou a falta dela, costuma aparecer em atitudes corriqueiras, mas poucas situações revelam tanto sobre esse traço quanto uma simples conversa. Os temas que alguém escolhe abordar espontaneamente, assim como a forma como conduz o diálogo, podem indicar com clareza se essa pessoa possui ou não a habilidade de reconhecer e gerenciar emoções.

Foi justamente essa observação que levou o especialista em mindfulness Lachlan Brown a publicar um artigo no site Hack Spirit apontando tópicos de conversa que, segundo ele, funcionam como sinais claros de baixa inteligência emocional. Um dos principais “alertas”, explica Brown, aparece quando alguém concentra diálogos inteiros em torno de dinheiro ou bens materiais, citando casas, carros, relógios ou joias como forma de reafirmar status.

Outro comportamento que, de acordo com Brown, denuncia falta de sensibilidade emocional é transformar conversas em vitrines de conquistas pessoais. Ele ressalta que não há problema em compartilhar vitórias de vez em quando, mas destaca que há uma diferença grande entre celebrar algo pontual e se vangloriar repetidamente. Uma pessoa com alta inteligência emocional “sabe como deixar o ego de lado” e tende a escolher temas que despertem interesse genuíno no outro.

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O especialista também cita como sinal negativo o hábito de usar o diálogo para criticar duramente terceiros, especialmente quando todos os presentes conhecem a pessoa mencionada. Essa prática, segundo ele, revela necessidade de validação e não contribui para uma troca saudável. 

Da mesma forma, transformar conversas em longas listas de queixas pessoais indica baixa inteligência emocional. Brown relembra um caso que viveu: “Anos atrás, trabalhei com alguém que, em todas as conversas, voltava a falar sobre o quão infeliz era: seu chefe não o respeitava, seus clientes eram idiotas, suas costas doíam, seu café estava frio. E ele nunca perguntava como os outros estavam. O que lhe faltava não era apenas empatia, mas autoconhecimento.”

Para Brown, inteligência emocional também significa saber quando e como abordar determinados assuntos. Por isso, pessoas que insistem em trazer temas controversos, como política ou religião, para ambientes inadequados, por exemplo, jantares em família, também demonstram baixa capacidade de leitura emocional.

A forma como conversamos, portanto, não revela apenas nossos interesses, mas nossa habilidade de compreender a nós mesmos e aos outros.

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Por Rahabe Barros | Reality show e TV
Carioca, libriana e apaixonada pelo mundo de celebs, memes, música e reality show. Setorista de Bruna Marquezine no site (amo!).
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Lifestyle Bem-estar
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